Imunização para prevenir sarampo ocorreu na cidade – Gazeta de Piracicaba

O Dia D de Mobilização Nacional Contra o Sarampo aconteceu no último sábado (15), em todo o Brasil. A meta, até o dia 13 de março, é vacinar três milhões de pessoas na faixa etária de cinco a 19 anos de idade, segundo o Ministério da Saúde (MS). Quem não foi vacinado no sábado pode procurar as Unidades de Saúde a partir desta segunda-feira (17), para receber, normalmente, a imunização. Em Piracicaba, 41 Unidades atenderam a população no Dia D. Em todo o município, estima-se em 71,1 mil pessoas com a idade-foco da Campanha.

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Umas das Unidades mais movimentadas foi o Centro de Referência da Atenção Básica (Crab) do bairro Piracicamirim. Segundo a enfermeira do Crab Isely Aline Machado Gusmão, o movimento pela manhã foi aproximadamente 15% maior do que o Dia D de 2019. Ela disse que, até as 11h30 de sábado, 60 pessoas tinham sido imunizadas.

O Crab do Piracicamirim continua vacinando até o dia 13 de março, a exemplo das demais Unidades de Saúde do Município. O funcionamento no Centro de Referência acontece das 8 horas às 15 horas, durante a semana, para a vacinação. Isely também reforçou as precauções para evitar a doença: evitar lugares com aglomeração de pessoas, higienizar com frequência as mãos, procurar ventilar os ambientes e manter o calendário vacinal em dia.

O sarampo é transmitido através do contato com gotículas do nariz, da boca ou da garganta da pessoa infectada, quando ela tosse, espirra e respira. Ela também alertou sobre as fake news, que são notícias falsas sobre determinados assuntos, que nos últimos tempos têm atingido as vacinas também.

“Para obter informações corretas sobre quaisquer vacinas pode procurar uma Unidade Básica de Saúde para buscar informações. Estamos prontos para fornecer a informação correta”, disse ela. Entre os adolescentes também há a preocupação de se proteger do sarampo. Foi o caso da estudante Stephany Karollyne dos Santos, 16 anos de idade.

“Minha Carteirinha Vacinal já está cheia. Esse ano a (vacina) contra o sarampo é a primeira. No ano passado, tomei também contra o HPV”, disse ela. A estudante revelou que ainda não pesquisou muito sobre o sarampo. “O importante é se imunizar, estar em dia com a vacinação”, emendou. Fabiana Silva Alves levou a filha Lizzy, sete anos de idade, para tomar a vacina. “E não doeu nada”, disse a menina.

O sarampo é uma doença respiratória perigosa que pode até matar. Causa manchas no corpo, febre, tosse e o nariz também fica escorrendo e a vacina previne a doença, segundo o MS. No Rio de Janeiro, foi notificada a primeira morte por sarampo do século em 2020 no Estado. A vítima foi uma criança menor de um ano de idade, não vacinada, segundo o MS.

A cobertura vacinal no País começou no ano passado com as duas primeiras etapas: de seis meses a menores de cinco anos de idade e de 20 a 29 anos de idade. Outras duas etapas devem ocorrer. De junho a agosto, para pessoas com idades de 20 a 29 anos, mais suscetíveis ao sarampo; e, em agosto, para a população de 30 a 59 anos de idade.

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